Quinta-feira, Dezembro 25, 2008

Nuno Gomes termina carreira

Pelo menos, a fazer fé na homepage da TVI:

Aqui está a prenda de Natal da estação de Queluz. Mas esqueceram-se que as partidas pregam-se é no Carnaval. Tão marotos...

Amanhã vou para Inglaterra durante uma semana. A quem ainda aqui vem, prometo que faço um post a relatar as aventuras vividas quando chegar!

Terça-feira, Dezembro 09, 2008

Devia estar mal estacionado


Suponho que não lhe passaram multa :) Famalicão, em Maio, ou assim, deste ano.

De volta aos posts. O tempo anda muito, muito apertado.

Sexta-feira, Outubro 24, 2008

dEUS no Porto, magia no Sá da Bandeira

Os belgas dEUS actuaram, na passada terça-feira, no Teatro Sá da Bandeira, no Porto. Desde Paredes de Coura que se sabia que eles iam voltar. Foi lá que os vi pela primeira vez. Gostei, mas não fiquei apaixonado. Os 25 euros do bilhete eram para mim como que ser revistado numa discoteca com quatro pacotes de bolachas: entro ou não?

Não aconteceu o óbvio. Acabei por ir e, agora sim, apaixonar-me pelos dEUS. Durante a semana anterior, tinha andado a ouvir algumas músicas. Cheguei à Instante Street por acaso (estava a ouvir as minhas músicas em aleatório). Percebi que tinha sido essa a cativar-me no concerto de Paredes de Coura. Fixei-me tanto na música que, quando a ouvi no Sá da Bandeira, me senti a levitar. "Epá, que felicidade do caraças" - eis a tradução inédita dos arrepios na espinha que senti ao ouvir a música. Gravei com a máquina fotográfica e ao vir embora não parei de a ouvir.

É incrível. Nunca pensei gastar tanto dinheiro numa banda relativamente desconhecida. Mas mais incrível é o facto de ter recebido de volta uma nova paixão. Quiçá, uma nova banda preferida.

O concerto foi frenético. Não do início ao fim, mas durante grande parte do tempo. A guitarra do Mauro Pawlowski é magnífica e contagia todos os outros. Com solos, dedilhados e experimentalismo ácido, Pawlowski, sempre com a mesma cara de idiota e o cabelo à frente dos olhos, foi o que mais me surpreendeu pela positiva.

O Sá da Bandeira é que me pareceu um verdadeiro antro. Surpreende-me que uma banda como dEUS actue lá. Fiz contas e planos para perceber como couberam naquele espaço minúsculo colunas, LEDs, robôs, luzes e todos os instrumentos da banda. Por experiência pessoal, tenho a dizer que odeio palcos pequenos. Talvez o Barman também não goste: mandou uma boca ao FC Porto, depois de saber que tinham perdido o jogo com o Dínamo de Kiev: "Não se preocupem, é só a Liga dos Campeões". Eu ri-me, mas acho que fui dos poucos.

Não registei nem encontrei nenhum site com a setlist. Parece-me que a cultura acima do Mondego é um bocado ovelha negra. Até para as empresas que organizam os concertos, como a Everything is New, que se recusam sistematicamente a conceder bilhetes a jornais universitários (eu, pelo menos, conheço um).

A verdade é que, mesmo tendo passado o concerto todo ao lado das colunas do lado direito do palco, adorei os dEUS. Uma nova paixão, sensata, amadurecida e temperada após dois concertos. Realmente, com eles a (minha) história começou às avessas.

Fica aqui o meu registo da Instant Street.

Deixo também aqui o artigo do meu jornal sobre o concerto.

Terça-feira, Setembro 30, 2008

Um blogue

É o quê? Um animal de estimação? Um diário? Um amigo imaginário (a ser, é granda cusco, porque toda a gente fica a saber o que lhe dizemos)?

Tenho um blogue, este blogue, há três anos. Desde 2005. Em três anos, muita coisa na minha vida mudou, para o bem e para o mal. E qual foi o papel do blogue em tudo isso? Para que serviu este fiel depositário de frases e palavras - e até sentimentos?

Uma breve vista de olhos pelos blogues que frequento - e são poucos, cada vez menos - mostra-me um novo uso e uma nova utilidade, distinta do anterior. Se há quem o use como diário, há quem escreva de modo a conquistar eleitorado. O vocabulário, demasiado artificial aqui, demasiado banal ali, denuncia quem está no showoff e quem é apenas limitado.
Mas bem, o meu não se enquadra em nenhum desses cenários. Fez anos em Julho e eu nem assinalei o facto. Isso quer dizer que está a perder importância? Sim, sem dúvida. E por quê? Na verdade não encontro nenhuma razão. Acho que é o rumo natural das coisas. Penso também que tudo isto são fases. Até porque, em certas ocasiões, o blogue pode servir para revelarmos coisas tacitamente. Já o fiz, não tenho problemas em admitir, e não estou livre de o fazer no futuro.

A verdade é que actualmente o meu blogue é como a minha Xbox: no início, passava a vida a jogar. Agora, coitada, tá parada no quarto e só a uso uma vez ou outra, quase sempre para jogar GTA. O importante, porém, é que ela ainda funciona, e num dia de loucura, poderei passar a noite a jogar.

O interessante está em saber aproveitar as fases boas e não sucumbir nas más. E assim o meu blogue vai continuar a servir-me quando dele precisar.

Segunda-feira, Setembro 01, 2008

Olá, princesa Bareilles

Ando há que tempos para fazer este post. Ainda antes de conhecer a música desta senhora, já andava fascinado pela sua beleza.

Agora que conheço a música da moça, não assumo que esteja apaixonado por ambas: música e mulher. O primeiro single de Sara Bareilles (que nome difícil de pronunciar, pá!), Love Song, não me enche as medidas. Ouve-se bem, mas percebe-se claramente o porquê de estar na banda sonora da novela Rebelde Way (uau!), da SIC.

Mas hey!, se não fosse por causa da música, nunca teria conhecido esta carinha laroca. Objectivo de vida #42: conhecer pessoalmente a Sara Bareilles (espero que nessa altura já consiga pronunciar bem o apelido).

Sábado, Agosto 30, 2008

A ilusão do crédito

Acabadinho de chegar de férias, eis que me deparo com isto:

Não fosse eu um gajo sensato, era capaz de me meter a comprar coisas que, teoricamente, não posso, depois do dinheiro que gastei nos últimos dias.

Estes gajos da Caixa são mesmo perspicazes, pá.

Sexta-feira, Agosto 22, 2008

Mac ou PC? A luta continua

A Apple, empresa de Steve Jobs e Steve Wozniak que criou o computador Macintosh, lançou no ano passado uma campanha publicitária agressiva, em que se comparava aos vulgaríssimos PC's, e onde destacava as inegáveis qualidades dos Macs. Enquanto o PC era representado por um 'geek' engravatado e 'caixa-de-óculos', um sujeito vestido de modo descontraído e casual personificava o Mac. Ausência de vírus informáticos, interactividade multimédia com softwares como iTunes e até o facto de não haver 'crashes' ou freezes nem ser necessário reiniciar o sistema são vantagens bem retratadas nos 15 vídeos exibidos em 2007.



Sabe-se que a Microsoft, de Bill Gates, já está a pensar no contra-ataque. Para tal, vai pagar 10 milhões de dólares a Jerry Seinfeld, que se notabilizou na série homónima, para fazer uma série de anúncios publicitários ao lado de Gates. A publicidade, que vai ter como lema 'Windows, not walls', deve ir para o ar a 6 de Setembro, nos Estados Unidos. Não deve ser exibida em Portugal, tal como não foram as da Apple. Ainda assim, os interessados têm sempre no Youtube um boa montra de exibição.

Contra uma coisa a publicidade da Microsoft não vai conseguirl lutar: a moda que é, hoje em dia, ter um Mac. Nos últimos tempos tem-se acentuado esta tendência. Quem compra um Mac não o faz, na sua grande maioria, devido às características superiores da máquina, mas mais por ver os amigos a fazê-lo ou também por causa do design superior (e fica mais bonito andar com um portátil assim). Está a começar, aos poucos, a instalar-se a hegemonia Apple. iPod, iPhone e Mac - a santíssima Trindade.